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Frederico Furtado Júnior – Aljezur nas décadas de 40, 50, 60 do Século XX

Frederico Furtado Júnior – Aljezur nas décadas de 40, 50, 60 do Século XX

FREDERICO FURTADO JUNIOR – ALJEZUR NAS DÉCADAS DE 40, 50, 60 DE SÉCULO XX

Data(s): 7 de novembro a 23 de dezembro de 2020
Horário: segunda a sexta das 10h00 às 16h30, sábado das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 16h30.

Preço: gratuito
Local: Espaço + | Rua da Escola – Igreja Nova | 8670-063 ALJEZUR

Curadoria: João Mariano
Organizador/Promotor: Câmara Municipal de Aljezur

Via Sul Informação…

“A exposição “Frederico Furtado Júnior | Aljezur nas décadas de 40, 50, 60 do Século XX”, promovida pelo Município de Aljezur, e que abre a 7 de Novembro, no Espaço+, visa mostrar uma parte relevante do espólio fotográfico deste aljezurense grande entusiasta da fotografia.

Após a edição, em 2018, do livro “Aljezur 1869~1969 | Memórias”, no qual muitas das fotografias de Frederico Furtado Júnior podem ser vistas ao longo de alguns capítulos, os promotores desta mostra julgam «ser altura de as apresentar num contexto de clássica exposição de fotografia (molduras pretas de madeira sólida com a utilização de passe-partout), certamente ao gosto do autor e, desta forma, dar a conhecer, através duma mostra individual, o seu dedicado, atento e relevante trabalho».

O excerto abaixo, retirado do texto “1869~1969 | 100 anos em fotografias de Aljezur” que João Mariano escreveu para o livro “Aljezur 1869~1969 | Memórias”, sintetiza de forma objetiva o conteúdo e propósito desta exposição.

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«No entanto, o exemplo que desperta maior apreço e grande emoção é o de Frederico Furtado Júnior (1924–1994), o Sr. Furtado da farmácia. Graças à sua grande actividade como fotógrafo, essencialmente nos anos 40, 50 e 60, deixou-nos um legado rico e abrangente da sua Aljezur dessa época».

«Fotografando essencialmente em formato 6 x 6 cm, denotava um relevante sentido estético e documental, como é possível verificar pelo belo conjunto de imagens que nos legou, em particular na série sobre o inusitado nevão de 2 de Fevereiro de 1954, nas fotografias das ruelas aljezurenses e nas simetrias ou reflexos aquáticos (deste acervo, tivemos acesso a um considerável conjunto de provas de época e ainda a alguns negativos, o que permitiu uma digitalização com maior definição, tendo por base esta matriz original). As páginas dedicadas às suas fotografias são a nossa forma de lhe prestar uma tardia, mas merecida, homenagem», acrescentava o também fotógrafo João Mariano.”

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