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Lançamento do livro com fotografias, “99”, de Vasco Trancoso

Lançamento do livro com fotografias, “99”, de Vasco Trancoso

LANÇAMENTO DO LIVRO COM FOTOGRAFIAS, “99”, DE VASCO TRANCOSO

Lançamento: 7 de março das 16:00 às 19:00

Local: Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone, 1495-064 ALGÉS
Entrada: livre

Organização:
Informações adicionais: Página FB do evento

© Vasco Trancoso

Via organização:

“Na próxima sessão do Clique 2.0 – falar, ver e fazer fotografia”, Vasco Trancoso vai apresentar o seu livro “99” e conversar com o público, partilhando a aventura que é (auto-)editar um livro de fotografia. O encontro, dirigido aos entusiastas da fotografia de rua, e não só, está marcado para o dia 7 de março, às 16H00, no Palácio Anjos, em Algés. A conversa será conduzida por Fidalgo Pedrosa. A entrada é livre.

Do livro “99”, com ensaio de David Gibson e posfácio de Paulo Abrantes, o fotógrafo britânico Matt Stuart disse ter sido uma “surpresa agradável (…) um livro muito bem produzido, com (99) maravilhosas fotografias a cores. Uma mistura de Cristóbal Hara, Alex Webb e Costa Manos, num só! (…). Magnífico trabalho”.

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O livro “99” estará à venda no local e decorrerá uma sessão de autógrafos.

Acerca de Vasco Trancoso…

Vasco Trancoso nasceu em Lisboa e, desde 1983, vive nas Caldas da Rainha. Foi Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar das Caldas da Rainha entre 1999 e 2009. É médico gastroenterologista e, após a reforma, retomou uma velha paixão adormecida: a fotografia. Depois de um primeiro momento com imagens contemplativas de paisagens decidiu, no final de 2014, começar a fazer fotografia em locais públicos. Uma escolha intencional e planeada de um novo modo de vida. Durante 2015/2016, a sua “voz” fotográfica mudou e o seu trabalho passou a ser a “cores” – utilizando uma câmara compacta. As fotografias que apresenta neste livro foram feitas, essencialmente, na cidade onde vive, nas ruas de Óbidos e na Foz do Arelho. A decisão de editar este livro é consequência da noção que as fotografias só atingem o seu estádio final quando impressas – sentidas com as nossas mãos na textura do papel – e não apenas apreciadas de modo efémero através de ecrãs retro iluminados.

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